sábado, 21 de julho de 2012

Ceresp de Ipatinga » Mês passsado 1 Agente penitenciário foi demitido após tentar entregar celular a presos


Ele foi alvo de uma Ação Civil Pública do Ministério Público



Publicação: 19/06/2012 22:29 Atualização:

Um agente penitenciário do Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) de Ipatinga, no Vale do Aço, doi demitido depois de ter sido flagrado tentando entregar um aparelho celular para detentos da unidade. Ele foi alvo de uma Ação Civil Pública do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e além de perder a função pública fica proibido, pelo prazo de 3 anos, de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios.

De acordo com o MP, o agente já estava sendo monitorado pelo serviço de inteligência do Ceresp por suspeita de facilitar a entrada de objetos ilícitos na unidade. Porém, em dezembro do ano passado ele chegou ao estabelecimento prisional descontrolado, ameaçando e desacatando outros agentes penitenciários. Por causa da atitude suspeita, ele foi revistado e os outros agentes encontraram em um de seus coturnos um aparelho celular embrulhado em fita isolante.

Para o promotor que propôs a ação, César Augusto dos Santos, a forma clandestina como o aparelho celular ingressou no Ceresp deixa clara a destinação do telefone aos detentos e revela que descumpriu o dever de honestidade. “O comportamento do réu colocou em risco a segurança dos demais agentes penitenciários e de todas autoridades (juízes, promotores, defensores, diretores), pois quem facilita entrada de celular, pode igualmente facilitar a entrada de outros objetos ilícitos (droga, armas de fogo)".

Na ação, o promotor pedia a condenação do réu nas sanções do artigo 12, inciso III, da Lei de Improbidade Administrativa, que abrange a perda da função pública, pagamento de multa e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, pelo prazo de três anos. A Vara da Fazenda Pública de Ipatinga acatou o pedido e o agente penitenciário foi demitido pela Secretaria de Estado de Defesa Social.

Projeto realizado em presídio mineiro é destaque na imprensa nacional e internacional



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Fox News e CBS, dos Estados Unidos, e o portal brasileiro UOL abordam projeto de ressocialização de presos criado em Santa Rita do Sapucaí
Um projeto de ressocialização de detentos, realizado no Presídio de Santa Rita do Sapucaí, cidade localizada no Sul de Minas, ganhou destaque na imprensa nacional e internacional. A iniciativa incentiva os presos a pedalarem em troca de redução na pena. Na ação, além de realizarem uma atividade aeróbica, eles ainda geram energia elétrica para a cidade.
O projeto, que conta com apoio do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Defesa Social, ganhou destaque nas capas dos portais de notícias das emissoras norte-americanas CBS e Fox News. Na imprensa brasileira, o assunto também mereceu destaque, na capa do portal UOL, com ênfase à possibilidade de ressocialização dos detentos.
"É um programa inovador, que permite que os presos possam reduzir suas penas em troca da geração de energia elétrica para ajudar a iluminar a cidade de Santa Rita do Sapucaí", destaca a Rede Fox News. "O projeto realizado em Minas Gerais (...) ajuda a restaurar a auto-estima dos presos", informa a CBS. “Detentos diziam que se sentiam esquecidos. Agora, se sentem mais úteis e importantes para o mundo”, explica a reportagem do UOL.
Clique aqui para ler a reportagen da Fox News e clique aqui para acessar a matéria da CBS (ambas em inglês). Para ver a íntegra da reportagem do Portal UOL clique aqui.

Clique no link abaixo e Conheça o juiz que revolucionou o sistema prisional em Santa Rita do Sapucaí
 http://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/jornal-regional/videos/t/edicoes/v/conheca-o-juiz-que-revolucionou-o-sistema-prisional-em-santa-rita-do-sapucai/2047283/

Suspeito de tentativa de homicídio foge da carceragem de delegacia em Uberlândia


O homem foi detido porque tinha um mandado de prisão expedido em seu nome. Depois de ser ouvido pelo delegado, ele saiu com agentes penitenciários para a carceragem, mas conseguiu escapar

Publicação: 20/07/2012 12:06 Atualização:
Um homem suspeito de vários crimes fugiu da carceragem de uma delegacia em Uberlândia no Triângulo Mineiro. Wellington de Jesus Ribeiro foi detido no fim da noite de quinta-feira porque tinha um mandado de prisão expedido em seu nome por uma tentativa de homicídio. 

Militares abordaram Wellington quando ele seguia de moto pela Rua Osório José da Cunha, no Bairro Brasil. O homem apresentou uma identidade falsa para os policiais, mas os PMs logo descobriram o golpe e viram que Wellington era foragido da Justiça. A prima dele, que estava na garupa, ficou com a morto e foi liberada. Os militares expediram uma multa porque o motociclista é inabilitado. 

Wellington foi levado para a 1ª Delegacia de Uberlândia onde foi ouvido pelo delegado e ficou sob responsabilidade de agentes penitenciários. Segundo a Polícia Civil, o preso fugiu quando estava em uma das quatro carceragens da delegacia, local por onde os detentos ficam antes da transferência para o presídio. O homem fugiu a pé e policiais não conseguiram recapturá-lo até o início da tarde de hoje. 

De acordo com a PM, Wellington tem extensa ficha criminal e era procurado desde 2011. As circunstâncias da fuga não foram esclarecidas pela Polícia Civil e nem pelos responsáveis pela carceragem.

Metade dos funcionários do sistema prisional é irregular

 

Mais de 50% dos quase 1.700 funcionários que trabalham no sistema 
prisional alagoano são contratados de forma irregulare terão de ser afastados
 após recomendação do Ministério Público Estadual (MPE). Sem eles a situação nos
 presídios seria um caos, segundo avalia a Superintendência Geral de Administração
 Penitenciária (Sgap). Tem gente com até quinze anos de serviço que pode, agora,
 perder o emprego.

Publicada no Diário Oficial do Estado na última segunda-feira, a decisão do promotor
 de Justiça Coaracy Fonseca não foi surpresa para o superintendente da Sgap,
 tenente-coronel Carlos Luna. “Essa situação é antiga. O último e único concurso
 para o sistemaaconteceu em 2006 para agente penitenciário”, afirmou Luna. 

A “saída” para resolver o impasse seria a contratação temporária de funcionários ou a
 terceirização dos serviços.

De acordo com o superintendente, os prestadores de serviço atuam em diversas áreas
 em Maceió e Arapiraca. “São médicos, enfermeiros, motoristas, agentes penitenciários
 e cozinheiros. Não tem como demitir porque seria um caos”, reforçou.

O MP deu prazo de quatro meses para que o Estado resolva a pendência. Até que 
se complete
 esse período, a Sgap deve apresentar uma proposta para que a situação seja 
regularizada através de concurso público. “Não é que o Estado tenha que demitir
 esse pessoal nesse período, mas sim apresente uma alternativa, uma maneira 
para regularização. A demissão vai acontecer, mas não nos próximos quatro meses”.

Segundo informação do superintendente da Sgap, são apenas 698 agentes penitenciários
 concursados, 96 servidores efetivos e 891 contratados, o que corresponde a cerca de 
53% do pessoal, totalizando 1.685 funcionários.

O mesmo vai acontecer com Itaquitinga, por isso sugerimos ao
 Governo de Pernambuco que chame o restante do último concurso antes que situação fique no caos como em Alagaos.

Grupo que matou o agente é julgado


 

Seis acusados da morte do agente penitenciário Francisco Kléber Nobre da Silva serão julgados, na manhã de hoje, na Quinta Vara do Júri do Fórum Clóvis Beviláqua. Eles são apontados como integrantes do ´consórcio da morte´, grupo formado dentro do Instituto Penal Paulo Sarasate (IPPS) com o objetivo de matar agentes penitenciários.


Um dos chefes do bando, o assaltante, sequestrador e homicida Alexandre de Sousa Ribeiro, o ´Alex Gardenal´, não será julgado hoje. Ele está preso na Penitenciária Federal de Porto Velho (RO) e será submetido a júri popular em data a ser designada pela Quinta Vara.

O ladrão de bancos e carros-fortes ´Alex Gardenal´ é tido como o chefe do bando, mas não será julgado hoje. Ele está preso em Rondônia FOTO: NATINHO RODRIGUES

Hoje, estarão no banco dos réus, Francisco Rafael do Nascimento, Jean Maia da Costa, Jean Carlos Moura dos Santos, Carlos Alexandre do Nascimento, Antônio Ivanilson Soares Cunha e Daniel Benício Meneses.

Todos estão presos e serão julgados por homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, vingança, meio cruel e uso de recurso que tornou impossível a defesa da vítima), além de formação de quadrilha. O caso foi alvo de uma investigação da Polícia Civil comandada pelo delegado Jairo Façanha Pequeno, diretor do Departamento de Polícia Especializada (DPE).

Denúncia
Após a conclusão das investigações e o indiciamento dos acusados, a quadrilha foi denunciada pelo Ministério Público Estadual pela morte do agente.

Kléber foi executado no dia 11 de novembro de 2007, quando retornava para casa. Ele foi surpreendido por dois homens em um Gol e executado com vários tiros de pistola calibre nove milímetros. O agente teria sido morto por ser rigoroso no seu trabalho dentro do IPPS.

Antônio Ivanilson recebeu R$ 16 mil para executar o agente. Carlos Alexandre dirigiu o carro e os detentos Francisco Rafael do Nascimento e ´Alex Gardenal´ teriam orquestrado a morte do servidor público por terem sofrido punições no presídio devido a transgressões disciplinares.
 diariodonordeste.globo.com

Jailson Alves de Oliveira foi preso em Guanhães, no leste de Minas


Juliana Ferreira, do R7 MG |Jailson
A Polícia Civil anunciou que Jailson Alves de Oliveira está preso em Guanhães, no leste 
de Minas Gerais. Segundo a delegada Meire Cartadeiro, o fugitivo foi parado em uma
 blitz, na noite de terça (17),  quando passava pelo distrito de São João Evangelista. 
Ele estava em uma moto, não possuía documentos e apresentou um nome falso para a polícia.

A Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) informou que Jailson vai ser transferido para
 a Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na região metropolitana, ainda nesta quarta-feira
 (18).
Uma das principais testemunhas da morte de Eliza Samudio, Jailson Alves de Oliveira estava
desaparecido desde a tarde de terça-feira (17), quando fugiu do Ceresp São Cristóvão. Ele
 trabalhava na reforma do prédio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP)
 quando sumiu.
A defesa do detento chegou a cogitar que ele tivesse sido vítima de uma queima de arquivo
para impedir revelações importantes no tribunal do júri. Segundo o advogado Ângelo Carbone,
 ele recebe ameaças e está com medo.
— A Justiça deu garantia para todos, mas para ele não. Ele teve a firmeza de contar tudo
 para polícia.
 

Palestra de Amauri Meireles empolga categoria e esclarece que Polícia Penal já existe








Líderes de diversas instituições sindicais estiveram reunidos na sede estadual do Sindasp-SP, em Presidente Prudente, na noite de terça-feira (17) para o Encontro Intersindical.
 
O evento teve o objetivo de apresentar a experiência dos diretores do Sindasp-SP durante a visita à Itália, ocorrida de 25 a 29 de junho, onde os sindicalistas conheceram tanto o sistema quanto a Polizia Penitenziaria Italiana. A visita ocorreu a convite do Segretario Generale do Sappe (Sindacato Autonomo Polizia Penitenziaria), Donato Capece.
 
O Encontro Intersindical teve como convidado especial o Coronel Amauri Meireles, da PM/MG. Sindicalistas de diversas instituições de outros estados participaram do evento. Estiveram presentes o presidente do Sindcop, Gilson Pimentel Barreto e o vice-presidente Carlos Alberto Romacho, além dos diretores Fernando Gonçalves, Carlos Neves e Genivaldo dos Santos.
 
 
Também participaram do encontro o presidente do Sindicato dos Agentes do Sistema Penitenciário do Espírito Santo, (Sindaspes), Paulo Cesar B. dos Santos e o agente penitenciário do Estado de Santa Catarina, Igor Matos, que representou a secretária de Estado da Justiça e Cidadania, Ada Lili Faraco de Luca. O agente ressaltou que a secretária gostaria de estar presente, mas que não pode comparecer devido a compromissos assumidos anteriormente, no entanto, como tem interesse em informações sobre a criação Polícia Penal, enviou Matos como representante.
 
 
Entre os participantes também estavam os oficiais operacionais (motoristas) Renê Espósito, de São Paulo, e Almostante Albuquerque, de Bauru. Os diretores administrativos da sedes regionais do Sindasp-SP também marcaram presença no evento: Luciano Rodrigues (Regional de São Paulo), Regina Célia dos Santos (Andradina), Celso Luis Antoniel (Lucélia) e Rogério Gonçalves da Silva (Assis).
 
O presidente Daniel Grandolfo abriu o encontro agradecendo a presença de todos e fez a apresentação, em vídeos e fotos, relatando a experiência dos sindicalistas na Itália. Grandolfo explicou o funcionamento do sistema penitenciário italiano e destacou a importância da Polizia Penitenziaria e do Segretario Generale do Sappe (Sindacato Autonomo Polizia Penitenziaria), Donato Capece, para o sucesso do mesmo.
 
 
Na sequência, os diretores que estiveram na Itália também relataram resumidamente a importância da viagem e da experiência de conviverem por uma semana com os policiais penitenciários italianos.
 
 
Em seguida o presidente Grandolfo passou a palavra para o convidado e palestrante Cel. da PM/MG, Amauri Meireles, um dos maiores defensores da Polícia Penal do Brasil. A exposição do coronel foi esclarecedora e empolgou os presentes, que participaram ativamente do colóquio.
 
Para Amauri Meireles, “os agentes penitenciários querem o reconhecimento normativo da Polícia Penal. É preciso ter como verdadeira a existência da Polícia Penal”, disse.
 
Segundo Meireles, “a Polícia Penal já existe, ela precisa ser inserida nas Constituições Federal e Estaduais”, ressaltou o coronel. Para ele, quando o agente dá um comando, e o detento obedece, já comprova o poder de polícia do agente penitenciário.
 
 
Meireles destacou ainda a falta de organização e a dificuldade de compreensão da função dos agentes devido a uma série de nomenclaturas diferentes nos estados e vínculos com secretarias diferentes. Veja tabela abaixo:
 
 
O coronel chamou a atenção para os três dias de intensas discussões em Brasília (DF), (de 27 a 30 de agosto de 2009) onde foi realizada a 1ª Conferência Nacional de Segurança Pública (Conseg) e que definiu os princípios e diretrizes que serviriam de base para a criação do novo modelo de segurança no País. Ele lembrou que o resultado das votações deixou a categoria dos agentes de segurança penitenciária de todo o Brasil extremamente satisfeita, já que, entre as 40 diretrizes aprovadas, a mais votada (com 1.095 votos) foi a que defende a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 308/04, que cria a Polícia Penal federal e estaduais. E o que aconteceu com a diretriz mais votada, questionou Meireles.
 
 
Ao final do Encontro Intersindical, os presentes ainda puderam dirigir diversas perguntas ao palestrante, que respondeu a todos e se colocou à disposição para participar de outros eventos.