segunda-feira, 13 de julho de 2015

RECADO AOS AGENTES PENITENCIÁRIOS - MSG DO 01 DA SUAPI


 
Publicado por Henrique Corleone · Agora mesmo · Editado · 
PRONUNCIAMENTO DO ATUAL SUBSECRETÁRIO PARA OS AGENTES PENITENCIÁRIOS

A corregedoria não era confiável .


Deputado cabo Júlio. sobre aquisição de arma de fogo .



terça-feira, 7 de julho de 2015

Registro Arma Agente Prisional MG. Calibre restrito.








Bem-vindo à página do Comando da 4ª Região Militar - 

Região das Minas do Ouro

http://www.4rm.eb.mil.br/site/index.php/cr-formularios/10-produtos-controlados/46-cr-formaularios-pf

Pistolas Glock: Por que são tão populares?






As pistolas Glock armam 90% das forças policiais americanas. Os Estados Unidos são os maiores produtores mundiais de pistolas.

No vídeo abaixo o instrutor mostra as razões pelas quais as pistolas Glock são tão populares entre as forças policiais. É surpreendente!
Comentário de um internauta sobre o vídeo:
“A pistola correta para polícias é a Glock, modelo 22 (também .40 S&W), de origem austríaca, com 15 cartuchos no carregador (colocado o “bump” vai para 18), feita de material espacial, não necessita manutenção, não tem travas para serem acionadas (a trava está no próprio gatilho que, ao ser acionado, a destrava; ao ser solto, trava), à prova de policiais mal treinados. Não causa incidentes de tiro.
Tem adaptador de lanterna (e a lanterna vem junto). Tem miras noturnas (já está nela). O coldre vem junto (a própria fábrica da pistola também faz o coldre). Ergonomia perfeita. Gasta metade da munição, em relação á taurus, para ensinar e manter o policial adestrado para o seu uso. Totalmente carregada pesa 900 gramas. Não dá tranco na hora do tiro.
Colocada e retirada do óleo queimado, funciona. Também na água. Misturada com areia e retirada, funciona. Jogada do 10º andar de um prédio, no asfalto, não quebra. Pode passar com carro por cima que não danifica. Tem apenas 32 peças, incluídas as do carregador (a taurus tem 85). Pode ser desmontada e montada usando uma tampa de caneta “bic”.
Não tem similar, no mundo. Já abastece mais de 90% das Instituições Policiais Americanas (e os Estados Unidos são o país que mais fabricam pistolas no mundo). E vai por aí a fora. A PMESP tentou comprá-las. O DMB [Departamento de Material Bélico], do Exército, não permitiu. A Polícia Federal acaba de comprar 12.000 delas, sem licitação e sem autorização; pagou R$ 940,00 (novecentos e quarenta reais) cada uma. A PT 100, que a PMESP compra, custa mais de R$ 1,500,00 (um mil e quinhentos reais).
Êta Brasilzão porreta! Êta patifaria! Êta interesses econômicos filhas da puta!”
- See more at: http://radiovox.org/2015/01/07/pistolas-glock-por-que-sao-tao-populares/#sthash.19wD0JB3.dpuf

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Jornal O Tempo Online menutrânsito home
AUDITORIA

Contrato de R$ 123 mi de PPP prisional é alvo de investigação
Previsão de gasto extra do Estado de R$ 1,9 milhão por mês até 2018 conteria superfaturamento




ABRE-G
Suspeita. Contrato do governo de Minas com empresa que administra presídio está sob investigação
PUBLICADO EM 02/07/15 - 11h00

ANGÉLICA DINIZ
LUCAS PAVANELLI
A Parceria Público-Privada (PPP) para construção e administração do Complexo Presidiário de Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, é alvo de uma auditoria do atual governo de Fernando Pimentel (PT). A suspeita é que tenha havido irregularidades em um dos sete aditivos do contrato, homologado em 2013, com previsão de gastos de R$ 123 milhões até dezembro de 2018. Desde a assinatura do aditivo, em agosto de 2013, até junho deste ano, o Estado já executou R$ 41,5 milhões. A PPP é considerada uma das vitrines da gestão tucana em Minas.

A investigação, a cargo da Controladoria Geral do Estado (CGE), é confirmada pelo governo de Minas. Em nota, o Executivo não revelou detalhes da auditoria alegando que “o relatório final não foi concluído, pois ainda não houve manifestação do órgão envolvido e tampouco a verificação das eventuais medidas saneadoras adotadas”. Na nota, o governo informa que, “somente após isso, a CGE-MG irá se manifestar sobre a auditoria”.

No centro da suspeita está a empresa Gestores Prisionais Associados (GPA), contratada na gestão do então governador Antonio Anastasia (PSDB) para construir e administrar o complexo, formado por cinco unidades prisionais. Desses, três estão em funcionamento e dois ainda não começaram a funcionar.

A Controladoria investiga irregularidades no repasse complementar de R$ 1,89 milhão mensal ao consórcio GPA desde agosto de 2013. A suspeita é que houve superfaturamento na previsão dos gastos do consórcio.

As investigações tiveram início em janeiro deste ano, quando o governo suspendeu o repasse mensal à GPA. No entanto, o consórcio ajuizou ação cautelar e obteve liminar que assegura o repasse mensal. Procurada, a GPA respondeu em nota que “o consórcio nega com veemência que tenha ocorrido qualquer tipo de superfaturamento no contrato e ainda vai apresentar suas argumentações à CGE”.

Em nota, o PSDB informou que “não houve qualquer sobrepreço ou duplicidade de custos e o aprofundamento das questões, de forma responsável e isenta, deixará isso claro”. O que houve com o aditivo, segundo o partido do ex-governador, foi acréscimo de outros serviços baseado em novas demandas que o Estado considerou necessárias na PPP.

A explicação para o aditivo seria a expansão do número de vagas prisionais, que passaram de 3.040 para 3.360, 320 presos a mais no complexo. Fontes ouvidas pela reportagem de O TEMPO afirmaram que a CGE questiona o aumento de vagas, sem o incremento extra nos serviços prestados aos presos, como atendimento médico e odontológico.

A auditoria também contestou valores contidos em uma nota técnica do Departamento Estadual de Obras Públicas, na qual constam repetições de itens, como confirmou o secretário de Defesa Social à época, Rômulo Ferraz, que é subsecretário de Relações Institucionais do governo petista.
VEJA TAMBÉM

 video Consórcio recebeu multa por atrasar cronograma de obra
 infografico Entenda o caso
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Minas Arena é outro alvo

Outra Parceria Público-Privada (PPP) do governo de Minas que gera questionamentos é a do Mineirão. Em 2013 e 2014, os dois primeiros anos de operação da Minas Arena – consórcio vencedor da licitação e responsável pela gestão do estádio – houve prejuízo em cada um dos 24 meses.

Pelo contrato firmado, o governo de Minas é obrigado a repassar um lucro mínimo de R$ 3,7 milhões mensais caso o consórcio não alcance lucros.

Justificativa
Nota. A GPA reforçou a necessidade da manutenção do projeto, que envolve, até agora, o encarceramento de mais de 2.000 pessoas em processo de reinserção social, que segue os exatos ditames da Lei de Execução Penal. “A judicialização do caso, com o imediato oferecimento  de documentos, esclarecimentos e informes ao Poder Judiciário, visa exatamente garantir a necessária proteção ao projeto, com transparência e prestação de contas à sociedade”.

Policiais civis lotados em presídios do DF voltam para a corporação




A categoria chegou a cogitar uma greve a partir de amanhã caso não conseguisse o remanejamento, mas a paralisação foi descartada quando as mudanças começaram a ser feitas

 
   
 postado em 30/06/2015 15:21 / atualizado em 30/06/2015 17:45
Os policiais civis lotados na Subsecretaria do Sistema Penitenciário do Distrito Federal (Sesipe) estão sendo liberados para retornarem às funções de origem na corporação. Desde segunda-feira (29/6) 60 agentes policiais de custódia voltaram para o quadro de servidores da Polícia Civil, mas ainda faltam 180 conseguirem a transferência. Ao todo, 240 policiais atuam no sistema carcerário do Distrito Federal -- 49 deles em funções de chefia em cargos comissionados. A categoria chegou a cogitar uma greve a partir de quarta-feira (1/7) caso não conseguisse o remanejamento, mas ela foi descartada quando eles começaram a receber os ofícios para se apresentarem à Direção-Geral da Polícia Civil.

A classe pressionou o governo com base na Lei 13.064, de 30 de dezembro de 2014. A regra federal exige que os agentes policiais de custódia retornem as funções de origem até o fim do mês de junho. No entanto, mesmo com a liberação gradativa, o Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol) alega resistência da Sesipe e da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania do Distrito Federal (Sejus), pasta responsável pelo sistema carcerário. “O governo quer vincular a liberação dos servidores a certas atribuições, mas não aceitamos a proposta. Os órgãos querem que os policiais continuem fazendo escolta judicial, hospitalar e recambiamento de presos de outras unidades federativas. Contudo, essas funções não cabem a Polícia Civil. É de competência do sistema penitenciário que tem os agentes de atividades para isso”, reclamou o vice-presidente do Sinpol, Renato Rincon.

Segundo Rincon, o governo alega que o quadro atual do sistema penitenciário é reduzido. Por outro lado, o Sindicato dos Agentes de Atividades Penitenciárias do Distrito Federal (Sindpen) alega que tem completa condição de assumir as funções. Existem, hoje, 1.250 servidores da categoria. “Existe um impasse. Os agentes de atividades penitenciárias falam uma coisa, mas o discurso da Sesipe é outro. Não concordamos com essa posição e queremos que todos os agentes policiais de custódia sejam lotados e realizem suas atribuições no âmbito da Polícia Civil”, ressaltou. 

Os 180 servidores que ainda precisam retornar para a categoria foram divididos em três turmas e, segundo o Sinpol, até quarta-feira (1/7) termina o ato de nomeação dos agentes policiais de custódia para a Polícia Civil. “Os ofícios estão sendo apresentados desde segunda-feira para que eles retornem a corporação”, disse Rincon. 

Para o presidente do Sindpen, Leandro Allan, a volta dos agentes policiais de custódia para o cargo de origem não está tendo impacto no sistema. “A saída deles não traz nenhum prejuízo, porque os profissionais estavam atuando mais nas áreas administrativas. Com isso, a produção para atividade fim era menor. O retorno deles à Polícia Civil não causa nenhum impacto no sistema. Hoje os agentes de atividades penitenciárias estão preparados para exercer todas as funções”, disse. “No Centro de Detenção Provisória (CDP) 100% dos profissionais são agentes de atividades penitenciárias e hoje o local é uma das melhores unidades do sistema prisional de Brasília”, concluiu. 

Por meio de nota, a Sesipe informou que todos os procedimentos estão sendo adotados para o cumprimento integral da Lei 13.064. A pasta confirmou que o retorno dos agentes policiais de custódia para a Polícia Civil começou na segunda-feira e tem previsão de terminar na quarta-feira (1/7). De acordo com o órgão, “todas as atividades continuam sendo realizadas dentro da normalidade, pois a Polícia Civil vai assumir temporariamente a escolta para transporte de presos, escolta hospitalar e judicial”. O governo ainda esclareceu que está em andamento concurso público para convocar 200 servidores.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Pimentel defende fortalecimento da PM e quer reforçar a carreira da categoria


Governador participou do Encontro Anual da Polícia Militar e destacou a importância da corporação para o Estado
O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, participou nesta quinta-feira (14/5), no Hotel Fazenda Canto da Siriema, em Jaboticatubas, do Encontro Anual da Polícia Militar. Para um auditório repleto de oficiais, o governador destacou o interesse da nova gestão em ser parceira da corporação e se comprometeu a reforçar a instituição com “uma polícia bem treinada, bem equipada, bem remunerada e com uma carreira adequada”.
Pimentel destacou o papel de protagonismo da Polícia Militar de Minas Gerais em relação aos demais estados brasileiros. “Temos muita expectativa em relação a nossa corporação. Falo isso como representante dos mineiros. É a mais respeitada do Brasil e queremos manter esse nível”, afirmou.
Além de ter defendido uma polícia presente e efetiva, o governador assegurou que seu governo não pretende fazer quaisquer mudanças no estatuto da categoria, como no caso da aposentadoria e da jornada de trabalho. “Quero assegurar que vamos trabalhar juntos na melhoria dos indicadores da segurança”, disse.
Fernando Pimentel disse ainda que pretende valorizar a categoria no que diz respeito à remuneração. “Temos um déficit orçamentário. Assumimos o governo com muitos problemas mas, mesmo assim, fizemos questão de honrar e assumir todos os reajustes da PM”, afirmou.
Outro tema abordado pelo governador foi o aumento do efetivo da corporação que, conforme disse, já está sendo discutido com o alto comando. Entre as alternativas, indicou a possibilidade da reconvocação de policiais aposentados para reforçar o quadro, que hoje conta com 43 mil homens.
“Podemos oferecer condições para o oficial e soldado que queira voltar, tendo melhores condições salariais. Isso é mais rápido do que fazer concursos para soldados”, destacou, lembrando que a atual gestão estadual também já convocou concursos para começar a solucionar a questão. Outro ponto tratado pelo governador diz respeito ao aumento da frota de veículos da Polícia Militar, que, segundo ele, também já está em andamento.
O Encontro Anual da PMMG é visto como uma oportunidade para o alto comando da corporação discutir assuntos estratégicos no setor da segurança. A presença do governador, muito destacada pelos oficiais, foi considerada fundamental para uma aproximação maior entre Polícia Militar e governo.
O comandante geral da PM, coronel Marco Antônio Badaró Bianchini, afirmou que pela primeira vez um governador “demonstra tanto carinho e deferência” pela polícia. “É uma demonstração de respeito, de amizade, de admiração”, declarou.
Também participaram do encontro, entre outras autoridades, o secretário de Estado de Governo, Odair Cunha, o chefe do Gabinete Militar do Governador e coordenador Estadual de Defesa Civil, coronel Helbert Figueiró de Lourdes, o comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Luiz Henrique Gualberto Moreira, o chefe do Estado-Maior da PM, coronel Marco Antônio Bicalho, e o chefe de Estado Maior do Corpo de Bombeiros, coronel Helder Ângelo e Silva.