terça-feira, 27 de agosto de 2013

Agente penitenciário sofre tentativa de homicídio na região centro-sul de BH


Criminosos atiraram contra a vítima, que conseguiu escapar


Tabata Martins, do R7 MG
Um agente penitenciário de 28 anos passou por um grande susto ao sofrer uma tentativa de homicídio na região centro-sul de Belo Horizonte, no final da noite desse domingo (18).
De acordo com os militares do 22º Batalhão da Polícia Militar, criminosos atiraram contra a vítima no momento em que ela foi até o Aglomerado da Serra para levar a mãe em casa.
Segundo os policiais, provavelmente, os bandidos reconheceram o agente penitenciário, que não teve o nome divulgado. Porém, o homem conseguiu escapar dos disparos de arma de fogo ao se esconder dentro de um imóvel da região.
O agente penitenciário reconheceu os atiradores e passou a informação para a polícia. No entanto, os criminosos ainda não foram presos.
O caso é investigado pela Polícia Civil.
FONTE: R7

Sistema Prisional


Frio da noite não desestimula protesto com barracas em frente ao Congresso


 Em vez de passeatas, agentes penitenciários montam acampamento para reivindicar a derrubada do veto que proíbe o uso de armas de fogo fora do horário de expediente

Publicação: 24/08/2013 

Acampamento em frente ao Congresso: agentes penitenciários cedem as barracas a outras categorias (Viola Júnior/Esp. CB/D.A Press)
Acampamento em frente ao Congresso: agentes penitenciários cedem as barracas a outras categorias


O frio das noites de inverno em Brasília não intimida os frequentadores do acampamento instalado há mais de 50 dias em frente ao Congresso, onde se reúnem centenas de agentes penitenciários de vários estados e do Distrito Federal. Eles protestam pelo direito de usar armas de fogo fora do horário de expediente e, ao contrário do que acontece em outras unidades da Federação — nas quais variadas manifestações ora reúnem multidões em marcha, ora resultam em confronto com as forças de segurança —, o ato dos agentes penitenciários mais parece uma colônia de férias. Em vez de ir às ruas, a categoria montou barracas e ocupou parte do gramado da Esplanada dos Ministérios. O local também serve de apoio para outros movimentos que chegam a Brasília para protestar.

Os agentes se revezam semanalmente, desde 2 de julho, na tentativa de sensibilizar os parlamentares para derrubar o veto da presidente Dilma Rousseff ao projeto de lei da Câmara que permite à categoria o uso de armas fora do expediente. A maior parte das barracas está desocupada, seja de dia, seja de noite, mas os frequentadores avaliam que pelo menos 300 agentes penitenciários passam pelo acampamento em momentos alternados. Muitos deles, principalmente os do Distrito Federal, saem do plantão e seguem direto para a Esplanada. Outros só vão no período noturno, depois do expediente ou do repouso. “Estamos defendendo o direito à vida e, como não estamos em greve, decidimos fazer o acampamento”, afirma Wesley Barreto Bastos, secretário-geral do Sindicato dos Agentes Penitenciários do DF (Sindpen), um dos assíduos frequentadores do local.

Votação
Segundo Bastos, não existem mais polêmicas em torno do tema, mas há uma resistência dentro do governo sobre o uso de armas pelos agentes durante as folgas, como acontece com outros servidores do setor de segurança pública. Os sindicatos já chegaram a pedir apoio aos presidentes da Câmara, Eduardo Henrique Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). No entanto, nenhum deles se comprometeu a derrubar o veto presidencial, que deve ser votado nas próximas semanas.
FONTE:CORREIO BRASILIENSE.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

AUDIÊNCIA PÚBLICA FORTALECE CAMPANHA PELO FIM DO "ESTATUTO DO DESARMAMENTO" E APROVAÇÃO DO PL 3.722.

domingo, 4 de agosto de 2013

AUDIÊNCIA PÚBLICA FORTALECE CAMPANHA PELO FIM DO "ESTATUTO DO DESARMAMENTO" E APROVAÇÃO DO PL 3.722.

 CAMPANHA DE APOIO PARA APROVAÇÃO DO PL3722/12


O deputado federal Rogério Peninha Mendonça (PMDB/SC) apresentou no dia 19/04/12 projeto de lei que prevê regulamentar a aquisição e circulação de armas de fogo no país. O PL 3722/2012revoga a lei atual, popularmente conhecida como “Estatuto do Desarmamento”. Extenso e cujos termos demonstram uma profunda análise técnica da matéria, o projeto estabelece uma nova sistemática regulatória para armas na sociedade brasileira, alinhada à realidade e, sobretudo, ao resultado do Referendo de 2005, quando 60 milhões de eleitores rejeitaram a ideia de se extinguir o comércio de armas e munições no Brasil.




Deputado Federal Mendonça Prado apoia criação da Polícia Penal no Brasil.

Deputado Federal Mendonça Prado apoia criação da Polícia Penal no Brasil.


19 de julho de 2013 às 10:03:58

Fonte: Assessoria de imprensa
O deputado federal Mendonça Prado (Democratas/SE) tem enfatizado, em seus pronunciamentos, que é preciso criar a Polícia Penal no Brasil. Por essa razão, o parlamentar sergipano apoia entusiasticamente a luta dos agentes penitenciários em defesa da aprovação da PEC 308/2004.
“A categoria não é reconhecida constitucionalmente quanto às demais instituições de Segurança Pública, previstas no artigo 144 da Constituição Federal. Com a criação da Polícia Penal, os agentes ganham o reconhecimento e a legitimidade para exercerem a função, inclusive, com poder de polícia”, salienta Prado.
Segundo Mendonça Prado, o Brasil tem uma das Leis de Execuções Penais mais modernas do planeta, entretanto, na prática, o sistema prisional brasileiro é um dos mais caóticos do mundo.
“A PEC 308 vai melhorar não apenas o sistema prisional, mas também a segurança pública. Pois, ao constituir a polícia penal teremos milhares de militares à disposição da sociedade para fazer o trabalho preventivo nas ruas das cidades brasileiras”, disse Mendonça.
Para o deputado, o início da reestruturação do sistema prisional deve acontecer com a valorização dos profissionais que atuam no setor, e a instituição de um modelo que possibilite a ressocialização dos apenados. “A criação da Polícia Penal visa à eficiência e a qualidade do sistema prisional. Assim, a guarda, a escolta dos presos para audiências judiciais e outras atividades peculiares, serão exercidas por esse segmento do serviço público. Com isso, mais policiais militares poderão ser escalados para a realização do policiamento ostensivo, pois a Polícia Militar ficará desobrigada dessas tarefas”, finalizou.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Começam nesta sexta-feira audiências de julgamento de acusados de matar agente


Presos do PGC serão interrogados por videoconferência.

Começam nesta sexta-feira audiências de julgamento de acusados de matar agente Arquivo PEssoal/Arquivo Pessoal
Deise Alves foi morta em outubro de 2012 por engano.Foto: Arquivo PEssoal / Arquivo Pessoal
Com videoconferência, testemunhas protegidas e reforço policial na segurança do Fórum, começarão nesta sexta-feira à tarde as audiências do julgamento do assassinato da agente penitenciária Deise Alves, em São José, na Grande Florianópolis.
Há motivos para a primeira mobilização da Justiça, da polícia e do sistema prisional no caso: a morte está relacionada ao estopim da violência em duas ondas de atentados em Santa Catarina, entre novembro e fevereiro.
Deise, 30 anos, morreu por engano. O alvo era o marido dela, o então diretor da Penitenciária de São Pedro de Alcântara, Carlos Alves. A mulher dirigia o carro dele e acabou baleada quando chegava na casa de familiares.
A Polícia Civil e o Ministério Público afirmam que criminosos da facção Primeiro Grupo Catarinense (PGC) ordenaram a execução em razão do corte de regalias que Carlos liderava na penitenciária, conhecida como quartel-general porque abrigava os principais líderes da quadrilha.
São nove acusados pelo assassinato e por formação de quadrilha. Oito estão presos, quatro deles na Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Seriam líderes do PGC, mandantes da morte e das ordens dos atentados a ônibus e unidades policiais, motivo pelos quais foram transferidos para o Regime Disciplinar Diferenciado.
Os quatro acompanharão de Mossoró a audiência que será no salão de júri do Fórum em São José graças ao recurso da videoconferência online, utilizado com sucesso em maio pela 2ª Vara Criminal em Florianópolis.
— A videoconferência encontra respaldo da lei servindo para preservar a ordem pública em vista do acentuado grau de periculosidade dos réus e do consequente risco de fuga durante o deslocamento — assinalou na sua decisão o juiz da 1ª Vara Criminal em São José, Otávio José Minatto, que levou em conta também o corte de despesas ao Estado.
Juiz pede cautela com testemunhas
Testemunhas de acusação e defesa serão interrogadas. Algumas são detentos ouvidos pela Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) na investigação em condição de sigilo e anonimato sobre a identidade.
Por isso, o juiz Otávio Minatto pediu ao Departamento de Administração Prisional (Deap) as cautelas necessárias para a preservação da identidade na apresentação delas. É possível que em razão disso entrem na audiência com toucas cobrindo os rostos. Ao final dos depoimentos, a sessão será encerrada.

Após essa primeira audiência, o processo seguirá. Ao final, o juiz julgará se os réus devem ou não ir a júri popular. Em caso de júri, haverá sentença. Cabe recurso a todas essas decisões.
Advogados tentam provar inocência
A expectativa do começo do julgamento é grande para advogados de defesa dos réus. Eles tentam a liberdade para os acusados. Até agora os pedidos foram negados pela Justiça, oito seguem presos e apenas um está foragido.
— Esperamos que agora seja apreciada a prova que realmente existe. No caso do Evandro (Sérgio Silva) não há provas de que tenha mandado matar. Presumiram isso por causa do PGC e a raiva sobre o Carlos (Alves, ex-diretor) — diz o advogado Alessandro Marcelo de Sousa.
Outro embate no processo gira sobre a prisão de Marciano Carvalho dos Santos. O jovem de 19 anos está preso, conforme a Deic, por ter atirado em Deise Alves.
No mesmo dia em que a agente morreu, Marciano procurou tratamento médico no hospital Celso Ramos por ter levado um tiro na perna. Na polícia, revelou que teria sofrido um disparo perto de casa, em São José, por desconhecidos.
Para a Deic, a versão real é outra: Marciano levou o tiro de Deise, quando esta reagiu e o acertou depois se ser baleada.

Depois, na carceragem da Deic, a polícia apreendeu bilhete em que revelaria tentativa de Marciano em comunicar outro preso de que, no juízo, mudaria a versão do depoimento sobre o ferimento. Diria agora que ele mesmo teria se ferido.

A família e o advogado dele afirmam que a situação vai se esclarecer no julgamento e que Marciano será solto e absolvido.
O PLANO
Insatisfeitos com o corte de regalias na Penitenciária de São Pedro de Alcântara, presos do PGC e articuladores das ideologias da facção decidiram matar o então diretor Carlos Alves.
Por cartas ou visitas, comunicaram-se entre si e ordenaram a execução do diretor para os criminosos chamados disciplinas, que são os responsáveis por cumprir as ordens nas ruas.
Fabricio da Rosa teria conseguido a arma para o homicídio, uma pistola 9mm.
Reuniram-se para a execução Marciano Carvalho dos Santos, Oldemar da Silva, o Mancha, e Rafael de Brito, o Shrek.
O CRIME - 26 de outubro de 2012
Na noite de 26 de outubro de 2012, uma sexta-feira, em uma moto e em um carro, três homens seguiram o Mégane preto de Carlos Alves até a residência dele. Quando o veículo estacionou, na frente da casa de um familiar, às 21h, no Bairro Roçado (Rua João Fernando Pereira), a agente Deise Alves desceu e acabou sendo baleada.
Deise conseguiu reagir e acertou Marciano com um tiro na perna. Quando ele foi preso, apresentava o ferimento. O carro tinha película nos vidros e por isso os atiradores não perceberam que não era Carlos Alves quem estava dentro. Eles mataram a agente com um tiro no coração por engano.
ONDA DE VIOLÊNCIA -31 de outubro de 2012 / fevereiro de 2013
ATENTADOS
Depois da morte da agente, no final de outubro, começa onda de ataques e atentados criminosos no Estado. Os crimes se intensificam em novembro de 2012.
A polícia e a cúpula da segurança afirmam que os ataques partem de presídios ordenados pelo PGC. Um dos motivos seria tortura contra detentos na Penitenciária de São Pedro de Alcântara.
RETALIAÇÃO
O diretor da prisão e marido de Deise, Carlos Alves, enfrenta as denúncias de que teria comandado as agressões numa cela depois da morte da mulher. Um vídeo gravado por presos em um telefone celular chega à promotora de São José, Márcia Arend, que abre investigação por improbidade administrativa.
Carlos Alves nega o abuso. O Deap disse que ele agiu para conter um tumulto com o uso legítimo da força. Desde então, em meio aos atentados, passou a ser pressionado supostamente por presos do PGC a deixar o cargo. Foi então que teria pedido o afastamento em 14 de novembro.
Em fevereiro de 2013, Santa Catarina voltou a enfrentar atentados. Nas duas ondas, foram mais de 170 ataques criminosos, entre ônibus queimados e tiros contra prédios públicos e automóveis.
MAIO - A onda de violência ameaçou se repetir em maio, mas foi logo contida. A suspeita é que nas três vezes a facção orquestrou os atentados por uma série de motivos. Entre eles está retaliação a supostas agressões sofridas nas cadeias, as prisões pelo assassinato de Deise e a denúncia criminal contra os líderes do PGC.
TRANSFERÊNCIAS - fevereiro
Em fevereiro, 40 líderes da facção foram transferidos para presídios federais. Na principal investigação feita até agora, pela Deic, cerca de 100 pessoas foram presas e denunciadas pelo Ministério Público. Novas apurações contra a facção de Santa Catarina — e também de outros Estados — estão em andamento, mas a polícia não revela detalhes para não prejudicar o trabalho.
DIÁRIO CATARINENSE

OITO PRESIDIÁRIOS SÃO FERIDOS A TIROS NO URSO PANDA; Vídeo

Rebelião


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Um princípio de rebelião na tarde desta quinta-feira acabou ferindo oito presidiários que cumpriam pena no Presídio Urso Panda, em Porto Velho. Alguns foram feridos gravemente com armas de fogo, que teriam sido disparados por agentes penitenciários, segundo informações de policiais militares. A confusão aconteceu quando os agentes iriam abrir as celas para o banho de sol e ouviram um celular tocar. Ao realizarem buscas um dos agentes acabou sendo rendido. Houve reação por parte dos demais servidores. A direção da unidade prisional não conversa com a imprensa. Agentes alegam que os disparos foram com balas de borracha.
Fonte: RONDONIAGORA