quinta-feira, 2 de junho de 2011

Intenção era roubar carro do policial


 
Delegado apresenta suspeito e dá nova versão para o assassinato
Publicado no Super Notícia em 02/06/2011
RICARDO VASCONCELOS
falesuper@supernoticia.com.br

FOTO: DANIEL IGLESIAS
Suspeito pretendia bancar a festa da filha com o roubo
DANIEL IGLESIAS
Suspeito pretendia bancar a festa da filha com o roubo
Um dia depois de afirmar que o investigador Vladimir Batista da Rocha, de 47 anos, foi vítima de uma saidinha de banco, a Polícia Civil apresentou ontem uma nova versão para o crime, durante a apresentação de Wallison Kennedy da Silva, de 23 anos, que confessou ter assassinado o policial e ferido o investigador Wait dos Santos Almeida, de 34 anos.
"A intenção dele era roubar o carro do policial para fazer uma clonagem do veículo", disse o delegado Islande Batista. Em silêncio e de cabeça baixa, Silva não quis conversar com os jornalistas. No entanto, durante depoimento, teria revelado o plano do crime.
Segundo Batista, anteontem, Silva teria se encontrado com um homem conhecido como Ratinho, que contratou o roubo de um carro do mesmo modelo do que estava com os policiais. Pelo serviço, Silva receberia R$ 600, que ele pretendia usar no aniversário da sua filha.
A pedido de um amigo, dono de uma loja de autopeças, os policiais descontaram dois cheques no valor de R$ 4.450 cada para o pagamento de funcionários. Ao voltarem do banco, foram surpreendidos pelos criminosos. Uma testemunha viu o momento em que Silva gritou "perdeu, me dá".
"Antes de atirar, Wallison tentou tomar a pochete de Vladimir. Ao ver que ele estava armado, atirou à queima-roupa. Wait teria tentado reagir e também acabou baleado", disse Islande, que não descarta o crime de saidinha de banco.
Pena
Wallison Kennedy da Silva cumpre pena de dez anos por roubo e porte ilegal de arma, na penitenciária José Maria Alkmim, em Ribeirão das Neves. Beneficiado há 15 dias pelo regime semi-aberto, ele saía da cadeia durante o dia e voltava à noite. Foi durante uma saída que se encontrou com Ratinho, ainda foragido. Um outro suspeito de participar do crime também é procurado, mas não foi identificado.
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quarta-feira, 1 de junho de 2011

A INTEGRAÇÃO DAS POLÍCIAS E A JORNADA DE TRABALHO






 

40 horasO Governo de Minas tem como um dos eixos estruturantes da política de Segurança Pública a integração das Polícias Civis e Militares.
Tanto que já deixou bem claro que, a par das reivindicações específicas das Instituições Policiais, manterá a igualdade de remuneração entre os cargos correspondentes, ou seja, um Investigador recebe a mesma remuneração que um Soldado e os Delegados-Gerais recebem vencimentos iguais aos dos Coronéis.
No entanto, a Polícia Civil, estribada na legislação vigente promoveu recentemente uma adequação interna para garantir aos seus servidores o cumprimento de uma jornada de trabalho de 40 horas semanais. Temos que parabenizar os policiais civis pela conquista, e, agora, buscar o mesmo tratamento para os policiais militares, ainda que sejam necessárias alterações na legislação específica dos militares.
Espera-se que o Governo, com fundamento nas diretrizes de manter uma igualdade de tratamento entre as Forças de Segurança Pública, por princípio de coerência e equidade, promova as adequações na Polícia Militar, para assegurar também aos seus integrantes o mesmo direito, ou seja, implementar a jornada de 40 horas semanais para todos integrantes da Defesa Social, até mesmo, em razão da necessidade de manter a paridade de salários, em face da remuneração por hora trabalhada.
Os Policiais Militares estão ansiosos para também serem contemplados com esta importante conquista alcançada pelos policiais civis, especialmente aqueles lotados nos municípios interioranos, que, via de regra, trabalham em escalas de 24 horas por 24 horas, sem folgas.
Domingos Sávio de Mendonça
Assessor Jurídico da Ascobom
OAB/MG 111515

Plantões em delegacias voltarão a funcionar


 



Os plantões nas delegacias vão voltar a funcionar. Um alívio para os moradores que se sentiram inseguros quando precisavam da polícia civil e encontravam as portas fechadas.

Polícia tenta recuperar presos que escaparam de Pompéu


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Polícia tenta recuperar presos que escaparam de Pompéu

Os detentos serraram a grade da cadeia pública da cidade, na Região Central de Minas e pularam o muro, sem dificuldades

Um cerco policial foi montado na manhã deste domingo (29) em Pompéu, Região Central de Minas, na tentativa de recapturar dois detentos da Cadeia Pública da cidade, que conseguiram fugir durante a madrugada.

De acordo com a Polícia Militar, os dois detentos estavam na primeira cela da cadeia, juntamente com outros oito presos, e conseguiram serrar as grades. A cela fica no corredor principal que dá acesso ao pátio. Os dois fugitivos ainda não tiveram problema para pular o muro da cadeia que, segundo a PM, é muito alto.

A fuga só foi descoberta no começo da manhã, quando a PM foi acionada para fazer buscas pela dupla. A ferramenta usada pela dupla para serrar as grades não foi encontrada durante vistoria na cela.

Não há informações sobre quais penas os detentos estavam cumprindo na penitenciária.
Fonte: Jornal Hoje em Dia
 

Falta de estrutura deixa menor infrator impune


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Falta de estrutura deixa menor infrator impune

Apenas três em cada dez cidades mineiras têm condições de aplicar medidas socioeducativas em regime aberto
Renato Fonseca* - Repórter - 29/05/2011 - 10:30



Eles têm idade para estudar e jogar bola, mas o aprendizado acontece na periferia e seus brinquedos são armas de fogo. Jovens que trocaram a escola pelo mundo do crime ficam impunes em Minas Gerais, revela relatório elaborado pelo Ministério Público Estadual (MPE). Em cada dez cidades mineiras, apenas três têm plenas condições de aplicar medidas socioeducativas em regime aberto.


“Sem assistência, o adolescente infrator de hoje será o criminoso de amanhã”, aponta a promotora Andrea Carelli. Nos últimos seis meses, a responsável pelo Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça da Infância e Juventude de Minas Gerais (CAO/IJ) coordenou farta documentação que comprova a incapacidade das prefeituras mineiras de aplicar as punições previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
A lacuna é facilmente preenchida pelo tráfico de drogas, assaltos e até homicídios. Segundo Andrea Carelli, se as medidas fossem aplicadas desde a implantação do ECA, em 1990, o sistema carcerário não estaria superlotado como hoje. “Quem está preso em penitenciária é porque não sofreu nenhuma sanção quando adolescente. Os presídios continuam aumentando porque não estamos fechando a torneira”, afirma.
As palavras da promotora remetem ao caso de B., de 21 anos. Os delitos cometidos durante toda a adolescência não impediram que ele passasse despercebido pelas políticas públicas de recuperação de jovens infratores da capital. Aos 14 anos, já era usuário e traficante de drogas. Assaltos também engrossavam sua “ficha suja”. Nunca passou por nenhum programa de recuperação e a probabilidade de permanecer no mundo do crime se confirmou.
segue a rotina de uso e comercialização de maconha praticamente todos os dias. A mesma convicção com que se defende ao jurar que largou as pedras de crack, praticamente inexiste quando é questionado sobre furtos e assaltos. Ele não trabalha e alega fazer bicos para sobreviver. Mora com o pai e o irmão, em um aglomerado da Região Oeste de BH. “Nunca tive ajuda de ninguém quando era moleque. A vida é difícil para todos, mas alguns sofrem um pouco mais”, diz.
Considerada uma resposta do Estado ao adolescente infrator, a medida socioeducativa tem o objetivo de promover a reinserção do jovem na sociedade. A punição vai desde uma advertência verbal até a internação em centros de recuperação. As principais punições previstas no ECA são a Prestação de Serviços à Comunidade (PSC) e a Liberdade Assistida (LA). A primeira é baseada na realização de tarefas gratuitas de interesse geral. Já na outra, o adolescente recebe orientação de um psicólogo ou assistente social.
O juiz auxiliar da Vara da Infância e da Juventude de BH, Carlos Frederico da Silva, é taxativo. Para ele, falta vontade política para implementar as medidas. “Qualquer município tem plenas condições de executar programas de recuperação junto aos adolescentes que cometem algum delito. A reeducação é muito barata e, quando feita de maneira correta, alcança resultados satisfatórios”, avalia Silva, que é diretor de Cidadania e Direitos Humanos da Associação dos Magistrados (Amagis) em Minas.

Vulnerabilidade social aumenta risco


Os atos infracionais estão diretamente relacionados com a situação de vulnerabilidade social vivida pela família do adolescente. Na visão de psicólogos, o fato de os pais terem baixa renda e passar grande parte do dia longe de seus filhos contribui para que esses meninos e meninas se entreguem à marginalidade, mesmo que seja como uma espécie de “escudo” para adultos criminosos escaparem das punições previstas na lei.
Segundo a psicóloga Ana Carolina Cordeiro, especialista em tratamento infantil, além da fragilidade dos vínculos familiares, outros fatores, como a baixa escolaridade, interferem nas chances de o adolescente se envolver em delitos. “Esses jovens, em mais de 80% dos casos, convivem com um cotidiano de extrema violência social. Eles moram em comunidades pobres, muitas vezes largam a escola e não têm a presença dos pais em sua educação”, avalia a psicóloga.
O último levantamento divulgado pelo Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional (CIA) aponta que quase a metade das famílias dos jovens infratores de Belo Horizonte tem renda de um até dois salários mínimos. A média de idade varia entre 15 e 17 anos e os meninos lideram, com folga, as ocorrências (85%).

Sem vagas, juízes mineiros soltam jovens infratores

Para cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), juízes das varas da Infância e Juventude de Minas Gerais são obrigados a liberar jovens infratores. Alguns ficam apenas cinco dias detidos, como prevê o ECA, e se neste prazo não for possível conseguir uma vaga em algum centro especializado, eles são soltos. Na maioria dos casos, são entregues diretamente aos pais.
A Região Sul do Estado é o maior exemplo da incapacidade do poder público. A falta de centros de recuperação para infratores obriga a Justiça a entregar os jovens diretamente aos responsáveis. Nos casos mais graves, como homicídios, o adolescente apreendido é levado para cadeias. Conforme o Hoje em Dia mostrou em janeiro, nos últimos três anos, 30 jovens morreram sob responsabilidade do poder público em Minas Gerais. Destes, pelo menos 18 foram assassinados enquanto estavam encarcerados ilegalmente em presídios.
De acordo com o Ministério Público (MP) de Pouso Alegre, cerca de dez adolescentes suspeitos de cometer infrações graves estão detidos no presídio da cidade. Juízes e promotores se queixam que não há outra alternativa. Segundo a Promotoria, quando um jovem é levado para a cadeia local, já é feito um pedido de transferência para um centro de internação. O problema é que essa mudança pode demorar muito para sair do papel.
No mutirão carcerário realizado no ano passado, foi constatado que 86 menores estavam apreendidos em cadeias de Minas Gerais, e cerca de 40 deles em unidades prisionais do Sul de Minas, ou seja, metade. A Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) informou que um centro de medidas socioeducativas deverá ser construído em Lavras. O prédio deve ficar pronto no ano que vem. A obra está orçada em R$ 11 milhões e a previsão é de que seja iniciada no segundo semestre deste ano.

Regime aberto é ideal


A recolocação do adolescente infrator na sociedade é o maior desafio do poder público. Apontada como a melhor alternativa, a medida socioeducativa em regime aberto é também a mais barata. Conforme o Poder Judiciário, o jovem atendido pela Prestação de Serviço à Comunidade (PSC) ou Liberdade Assistida (PL) custa aos cofres municipais, em média, R$ 600. Já o gasto com aquele que é internado chega a ser até cinco vezes maior.
Apesar do regime aberto ser considerado o mais ideal, existem casos em que a internação é a única solução. No entanto, Minas Gerais carece de centros de recuperação. São apenas 19 para atender todo o Estado. Regiões como o Sul de Minas, Noroeste e Vale do Aço não contam com o serviço.
No Vale do Aço, a falta de um centro de internação trava as punições aos infratores. A implantação do serviço é uma promessa que parece estar próxima. A construção será erguida em Santana do Paraíso. Segundo o vice-presidente do Conselho de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Ipatinga, Leonardo Oliveira, 26 jovens chegaram a ficar detidos juntamente com outros criminosos da região, em 2010.
Já em Barbacena, no Campo das Vertentes, a criação de um centro de triagem foi a solução para garantir a internação de adolescentes infratores que cometeram crimes violentos. A casa adaptada para recebê-los funciona no Centro da cidade e é mantida com recursos da prefeitura. Um policial faz a guarda do local, que abrigava apenas um adolescente até a última sexta.

Assembleia Legislativa promete fiscalização


O levantamento feito pelo Ministério Público Estadual (MPE) sobre a ineficiência das prefeituras para cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) chamou a atenção dos deputados mineiros. A Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) pretende acompanhar de perto a implantação, pelos municípios, das medidas socioeducativas previstas na legislação.
Ofícios serão enviados à Associação Mineira dos Municípios (AMM) e à Associação dos 34 Municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (Granbel) para que sejam incentivados debates e iniciativas sobre a necessidade dos programas de recuperação previstos no ECA, em particular a Prestação de Serviços à Comunidade (PSC) e a Liberdade Assistida (LA). O mesmo ofício deverá solicitar, também, que entidades ligadas ao tema, como a Frente dos Direitos da Criança e do Adolescente de Minas, participem dos projetos e debates sobre a situação.
O subsecretário de Atendimento às Medidas Socioeducativas da Secretaria de Defesa Social (Seds), Ronaldo Araújo Pedron, salienta a evolução do Estado na questão das medidas socioeducativas. Ele lembra que o Governo de Minas tem uma linha de financiamento para os projetos de recuperação, mas que é preciso ser feito um diagnóstico dos municípios para se avaliar a necessidade de cada um.
Pedron reforça que cabe às prefeituras executar as medidas. “O Estado tem que apoiar, fomentar e capacitar os municípios”, diz. Segundo ele, 20 cidades participam da linha de financiamento estadual e outras 88 de uma federal, que liberam recursos para a implantação das medidas socioeducativas.
Ainda segundo Pedron, o Governo estadual trabalha com a perspectiva de que, nos próximos três anos, 45% das cidades mineiras tenham a PSC e a LA totalmente implementadas. “Este é um problema nacional, comum em vários estados. Ainda temos que avançar, mas é preciso reconhecer que muito foi feito em prol da recuperação destes adolescentes”, acrescenta.
Exemplos positivos comprovam que é possível aplicar as medidas socioeducativas em Minas. Em Governador Valadares, no Leste do Estado, 274 adolescentes cumprem medidas socioeducativas em meio aberto. Em Belo Horizonte, o Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional (CIA-BH) é outra receita que deu certo.
(*) Com Margarida Hallacoc, do Sul de Minas; Ricardo Beghini, da Zona da Mata; Janaína Oliveira, do Vale do Aço; e Ana Lúcia Gonçalves, do Leste de Minas.


Fonte: Jornal Hoje em Dia

Policial civil é morto e outro é baleado durante "saidinha de banco" na região do Barreiro


 
MÁBILA SOARES/RICARDO VASCONCELOS
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FOTO: DANIEL IGLESIAS/O TEMPO
Polícia fez cerco em toda a região atrás dos suspeitos de terem matado policial no Barreiro
DANIEL IGLESIAS/O TEMPO
Polícia fez cerco em toda a região atrás dos suspeitos de terem matado policial no Barreiro
Um policial civil foi morto e outro baleado durante uma saidinha de banco, nesta terça-feira (31), no bairro Novo das Indústrias, na região do Barreiro, em Belo Horizonte. O principal suspeito do crime foi preso cerca de uma hora e meia depois, após uma grande operação das policiais Civil e Militar. O comparsa dele ainda está foragido.
Conforme as investigações, o suspeito, de 22 anos, havia sido solto na noite de segunda-feira (30) da penitenciária Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves, onde cumpria pena por roubo de carro. Ele disse que o dinheiro seria usado para fazer a festa de aniversário de um parente dele.
Segundo a perícia da Polícia Civil, o investigador de 47 anos morreu com dois disparos, sendo um na cabeça e outro no peito. O colega dele, de 34 anos, foi baleado na perna e no braço mas não corre risco de morte.
Segundo uma testemunha, os policiais estariam de folga. Amigos de uma comerciante, eles teriam atendido um pedido dela para descontar dois cheques no valor de R$ 4.450 cada em um banco da região. O dinheiro seria usado no pagamento dos funcionários da empresa. Por volta das 14h, eles retornaram da agência e estacionaram o carro em frente ao comércio.
“Eles desceram e seguiram caminhando. Nessa hora, surgiram dois homens em uma moto. Um deles sacou uma arma (revólver calibre 38) e gritou perdeu, me dá. Não sei se ele iria reagir, mas o fato é que ele levou a mão na cintura e acabou baleado”, explicou uma comerciante de 40 anos. Segundo ela, o outro policial conseguiu sacar a sua arma e atirou na perna de um dos bandidos. Os dois fugiram pela contramão no Anel Rodoviário.
Policiais Militares passavam pela região e ouviram os disparos. Quando chegaram ao local o investigador estava morto, enquanto o colega dela foi socorrido no próprio carro e levado para o hospital Santa Rita, em Contagem, onde recebeu os primeiros socorros. De lá foi transferido para o Hospital de Pronto Socorro João XXII e permanece internado.

Policial civil é morto e outro é baleado durante "saidinha de banco" na região do Barreiro





 

Um policial civil foi morto e outro baleado durante uma saidinha de banco, nesta terça-feira (31), no bairro das Indústrias, na região do Barreiro, em Belo Horizonte.

Segundo informações preliminares da Polícia Civil, as vítimas teriam sido abordadas por dois suspeitos ao sair de uma agência bancária que fica à rua Desembargador Reis Alves. Um dos policiais teria reagido ao assalto. A outra vítima foi levada para o Hospital Sarah Kubitschek.

Um dos acusados, que teria fugido em uma moto de cor prata, já foi preso. Um outro suspeito ainda é procurado pela polícia.